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Visualização dos artigos postados o: 01/01/2001

01 Mar 2010 
Venho informar que o blog, infelizmente ficará sem atualização, por tempo indeterminado, devido a motivos particulares, peço desculpas a todos, e espero voltar a normalidade um dia.

mas gente, ainda restam 1212, tem bastante coisa para ler, desde já agredeço a todos...


J. C. David


jcdavid · 353 vistos · 1 comentário
27 Jan 2010 

27 de Janeiro


Dia do Orador
Dia Internacional em Memória das Vítimas do Holocausto
Aniversário de Djavan
Aniversário de Daniele Valente
Aniversário de João Caetano
Aniversário de Raul Gil
Aniversário de Ary Fontoura
Aniversário de Bridget Fonda
Aniversário de Mozart
1945: Aniversário de Nick Mason (baterista do Pink Floyd)
1957: Nascimento de Janick Gers (guitarrista do Iron Maiden)
1961: Nascimento de Gillian Gilbert (tecladista do New Order)
1987: Morte do escritor e político J. G. de Araújo Jorge
1901: Morte do compositor italiano Giuseppe Verdi
1763: Brasil torna-se vice-reinado
1808 - Nascimento de João Caetano dos Santos (ator brasileiro)
1876 - Nascimento de Mário Behring
1903 - Plácido de Castro proclama a Terceira República do Acre
1905 - Inauguração do monumento Anjo da Vitória em Vitória de Santo Antão - PE

Santo do Dia

Santa Ângela Mérici

Fonte: www.pindavale.com.br




27 Jan 2010 

FRASE: "Eu estou presidente. Mas sou mesmo é dirigente sindical." Lula.

DICA DE LIVRO: Manual prático do ódio. Ferrez.

27 Jan 2010 




Primeiro foram as críticas desqualificadoras da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom). Depois, os ataques contra as medidas do Programa Nacional de Direitos Humanos. Agora, os grandes jornais apontam suas armas para o texto-base da Conferência Nacional de Cultura. Em comum, propostas que visam algum grau de democratização da comunicação e veículos que não aceitam os princípios constitucionais e são contra a punição para violações de direitos humanos praticada pelos meios de comunicação.


Os últimos dois meses foram agitados para os interessados na defesa da liberdade de expressão e do direito à comunicação. Leitores desavisados terão certeza de que a liberdade de expressão nunca esteve tão ameaçada. Segundo uma campanha do CONAR (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária), estão querendo soltar o monstro da censura. Para os mais tarimbados, fica ao menos a dúvida: que propostas justificam tamanho alvoroço das grandes corporações de comunicação? Por que motivo as matérias e argumentos são tão parecidos? Se a análise vai a fundo, desvela-se uma cobertura que escamoteia interesses privados e que se transforma em campanha propagandística. Com requintes de má fé.


Farsa em três atos


Em geral, quando se fala de “ações orquestradas da grande mídia”, esta é muito mais uma figura de linguagem do que uma literalidade. Na maioria das vezes, os grandes meios de comunicação são como um quarteto de cordas, que não precisa de maestro – os músicos se acertam pelos ouvidos e por discretas trocas de olhares. Mas isso não se aplica ao tratamento dado ao tema da comunicação no último mês. Quem leu os grandes jornais, por exemplo, percebeu que a Associação Nacional de Jornais assumiu o literal papel de maestrina para este tema.


No caso da Confecom, o grande bloqueio se deu antes de sua realização, quando as principais entidades representativas do setor empresarial resolveram abandonar o barco. Bandeirantes, RedeTV! e as empresas de telecomunicações continuaram no processo até o fim. Das 665 propostas aprovadas, 601 obtiveram consenso ou mais de 80% de aprovação nos grupos de trabalho e nem precisaram ser votadas. Outras 64 foram aprovadas na plenária final, dentre elas nenhuma entendida por qualquer setor como tema sensível.


Nenhuma das 665 propostas atenta contra a liberdade de expressão ou contra a Constituição Federal. Ao contrário, várias delas buscam ampliar o alcance da liberdade de expressão nos meios de comunicação (hoje restrita a seus donos) e regulamentar artigos da Carta Magna que estão há 21 anos sem ser aplicados, especialmente pela pressão contrária de parte do setor empresarial. Dois temas foram destacados pelos grandes veículos ao criticarem as resoluções: uma proposta que estabelece um Conselho Nacional de Comunicação e outra que estabelece um Conselho Federal dos Jornalistas.

No primeiro caso, trata-se de um órgão para formulação, deliberação e monitoramento de políticas públicas, baseado nos princípios da Constituição, justamente com o papel de buscar equilíbrio no setor. Conselhos similares existem em várias democracias avançadas, inclusive nos Estados Unidos, onde ele é entendido como garantidor da liberdade de expressão. No segundo caso, trata-se de um conselho profissional da categoria, como já têm os médicos e advogados, cujo projeto inclui, como uma das infrações disciplinares de um jornalista, “obstruir, direta ou indiretamente, a livre divulgação de informação ou aplicar censura”. Como se vê, o oposto do que a maioria das notícias veiculadas tentaram dizer ao leitor.


Segundo ato


A farsa seguiu com a acusação de que o terceiro Programa Nacional de Direitos Humanos representaria uma peça autoritária. Um conjunto de medidas de defesa de direitos humanos, da memória e da verdade foi tachado como se fosse o oposto do que é. Deve ser por isso que os setores militares conservadores se rebelaram para defender os “princípios democráticos” que sempre os guiaram contra o “autoritarismo” daqueles que lutaram contra a ditadura. Alguém consegue acreditar?


Nas propostas relacionadas à comunicação, duas pseudo-ameaças à liberdade de expressão. No primeiro caso, a defesa da regulamentação de um artigo da Constituição Federal com a indicação de que ele aponte punições para violações a direitos humanos. De novo não há aí nenhuma restrição, apenas a determinação de responsabilidades posteriores a publicação, como estabelece a Convenção Americana de Direitos Humanos (Pacto de San José), ratificado pelo Brasil. Na ausência destas definições, estaremos legitimando o racismo, a homofobia e o uso de concessões públicas para defender assassinatos de pessoas, fato infelizmente recorrente.


A outra proposta atacada foi a de “elaborar critérios de acompanhamento editorial a fim de criar um ranking nacional de veículos de comunicação comprometidos com os princípios de Direitos Humanos, assim como os que cometem violações”. Na prática, essa é a proposta de institucionalização da Campanha pela Ética na TV (“Quem financia a baixaria é contra a cidadania”), que nunca serviu para atacar liberdade de expressão, mas, ao contrário, ajudou a criar pontes entre os espectadores, usuários do serviço de rádio e TV e as emissoras. Estas, embora recebam uma concessão para cumprir um serviço público, nunca admitem se submeter a obrigações de serviço público, nem mesmo àquelas estabelecidas pela Constituição Federal. Alguns podem até questionar a utilidade desse ranking, mas certamente ele não representa ataque à liberdade de expressã o. O restante da diretriz 22 (que trata sobre comunicação) do PNDH-3, trata da garantia ao direito à comunicação democrática e ao acesso à informação. Mas disso nenhum meio de comunicação falou.


Terceiro ato


As recentes críticas ao texto-base da Conferência Nacional de Cultura são o ápice da farsa (termo talvez mal-apropriado aqui, já que ela nada tem de cômica). O Estado de S. Paulo, O Globo e a Folha de S. Paulo atacaram o texto por ele dizer que “o monopólio dos meios de comunicação representa uma ameaça à democracia e aos direitos humanos, principalmente no Brasil, onde a televisão e o rádio são os equipamentos de produção e distribuição de bens simbólicos mais disseminados, e por isso cumprem função relevante na vida cultural”.


A contestação foi à afirmação de que há ocorrência de monopólio nos meios de comunicação no Brasil. O trecho fica mais claro se citada a frase imediatamente anterior: “A produção, difusão e acesso às informações são requisitos básicos para o exercício das liberdades civis, políticas, econômicas, sociais e culturais”. É um texto, portanto, que defende as liberdades, e aponta a concentração nos meios de comunicação como ameaça à democracia e aos direitos humanos. Com ele concordariam até os republicanos dos Estados Unidos, como demonstram recentes votações no Congresso daquele país. Mas não os jornais brasileiros.


É preciso deixar claro que “monopólio” ali é usado em sentido amplo e agregador. Até porque, embora a Constituição Federal (de novo…), em seu artigo 220, proíba a existência de monopólios e oligopólios, nunca houve a regulamentação deste artigo. Portanto o Brasil não tem como estabelecer critérios precisos para determinar se há ou não ocorrência de monopólio neste setor. Qual a referência? A propriedade? O controle? A participação na audiência? A participação no mercado publicitário? Todas as democracias avançadas estabelecem medidas não apenas anti-monopólios e oligopólios, mas anti-concentração, combinando os diferentes critérios citados acima. No Brasil, os únicos limites à concentração existentes foram estabelecidos em 1967 e são mais tênues do que os aplicados nos Estados Unidos, França e Reino Unido. O próprio Estadã o já tocou, em editoriais recentes, no problema da concentração no rádio e na TV; agora nega sua existência.


Também não passou despercebida pelos jornais a proposta de regulamentação do artigo 221 da Constituição Federal, que prevê a regionalização da produção de rádio e TV e o estímulo à produção independente. A matéria usa uma declaração completamente equivocada do deputado Miro Teixeira para dizer que o artigo não admite regulamentação. Embora haja pareceres que defendem que o artigo pode ser auto-aplicável, o seu inciso III diz justamente que as rádios e TVs deverão atender ao princípio de “regionalização da produção cultural, artística e jornalística, conforme percentuais estabelecidos em lei”. Isto é, ele não só admite como solicita
regulamentação. Bola fora ou má fé?


Outro ponto atacado pelos jornais é o trecho em que o texto defende o fortalecimento das rádios e TVs públicas e sua maior independência em relação aos governos. Diz o texto preparado pelo Ministério da Cultura: “As TVs e rádios públicas são estratégicas para que a população tenha acesso aos bens culturais e ao patrimônio simbólico do país em toda sua diversidade. Para tanto, elas precisam aprofundar a relação com a comunidade, que se traduz no maior controle social sobre sua gestão, no estabelecimento de canais permanentes dedicados à expressão das demandas dos diversos grupos sociais, na adoção de um modelo aberto à participação de produtores independentes e na criação de um sistema de financiamento que articule o compromisso de Municípios, Estados e União”. Assim, o texto defende o controle social sobre as mídias públicas justamen te para que estes veículos não sejam apropriados pelos governos. O foco é justamente a defesa da liberdade de expressão para todos e todas. Onde há ataque à mídia? Onde há ameaça à liberdade de expressão?


Déjà vu


Para quem acompanha esse debate, esse comportamento não é novidade, embora o tom raivoso e histérico nunca deixe de assustar. Parte dos meios de comunicação não aceita nenhum tipo de medida que possa diminuir o poder absoluto exercido hoje por eles. Regras que em outros países democráticos são entendidas como condições mínimas para o exercício democrático, aqui são tratadas como ameaças à liberdade de expressão. A grita esconde, na verdade, a defesa de interesses corporativos, em que a liberdade de imprensa se transforma em liberdade de empresa.


A liberdade de expressão defendida por esses setores não é a liberdade ampla, mas a liberdade de poucas famílias. Contra qualquer medida que ameace esse poderio, lança-se o discurso da volta da censura, independentemente de não haver em nenhum desses documentos propostas que prevejam a análise prévia da programação. Independentemente de esses veículos negarem o direito à informação de seus leitores e omitirem informações e opiniões relevantes para a compreensão autônoma dos fatos, agindo de forma censora. Independentemente de os setores proponentes dessas medidas terem sido justamente aqueles que mais lutaram contra a censura estabelecida pela ditadura militar, da qual boa parte desses veículos foi parceira.


Nessa situação, quem deve ficar apreensivo com a reação são os setores que tem apreço à democracia. Como lembra um importante estudioso das políticas de comunicação, foi com este mesmo tom de “ameaça à democracia” que estes jornais prepararam as condições para o acontecimento que marcaria o 1º de abril de 1964. De novo, aqui eles não mostram nenhum apego à Constituição Federal e ao verdadeiro significado da democracia. Obviamente não há hoje condições objetivas e subjetivas para qualquer golpe de Estado, mas os meios de comunicação já deixaram claro de que lado estão.


(*)
Artigo publicado originalmente no Observatório do Direito à Comunicação.

FONTE: http://www.fazendomedia.com/?p=2152


27 Jan 2010 

ARIES: Crescimento nas amizades, na participação em projetos coletivos e no senso de comunidade, essa será a sua vida futuramente, claro...dentro da prisão...

CÂNCER:
talvez as coisas melhorem, e você volte a ter a sua vida normal...ruim, mas normal... não os problemas continuaram não se iluda...

TOURO: eu já devo ter dito isso em algum outro horóscopo, ser feio não é defeito...é destino então conforme-se...

LIBRA:
agora ser idiota é defeito...sabia...

CAPRICÓRNIO: menos três dentes na boca...é..e você achando que um soco não doeria tanto...e não traria tanta sequela... ainda vai...

LEÃO:
não é incrível o que se pode fazer com um canudo dos palitos de dentes e um desenho da mulher maravilha.

ESCORPIÃO:
signo impugnado...

AQUÁRIO:
Ao longo de setembro ocorrerá o contato entre Júpiter e Netuno em seu signo, o que não significa porra nenhuma...e tudo continuará ruim e dando errado como sempre.

GÊMEOS:
eu rio na sua cara...rio..você é uma lastima...

VIRGEM:
calma amigo!  eu sou só o encanador, você ouvirá essa frase antes de ser assaltado....atira se for homem !!! o assaltante ouvirá essa frase antes de atirar em você... quem manda querer da uma de herói.

SARGITÁRIO: foi bom fazer previsões...para você...vou sentir saudades...

PEIXES: olha para cima...tá vendo aquele sujo no teto de sua casa...pois bem daqui a alguns minutos você a vera mais de perto.


27 Jan 2010 

HOMEM QUASE É DEMITIDO POR TER FOBIA DO NÚMERO 13.

Um britânico quase perdeu o emprego por sofrer de triscaidecafobia. Nomezinho estranho, né? Pois isso aí não é contagioso e nem mortal. Trata-se apenas de um fobia intensa ao número 13.

Paul McNicol, 44 anos, morria de medo do número de sorte do Zagallo. O cara não entrava em casas com o número 13, não visitava o 13º andar dos prédios e nem lia a página 13 dos livros. O sujeito trabalhava em um parque de diversões e nunca havia tido problemas com sua fobia. Até que a empresa anunciou uma nova atração: uma montanha-russa batizada de Thirteen (treze, em inglês).

O cara pirou. Depois de ficar sabendo da notícia, trabalhar virou um martírio. McNicol não conseguia nem entrar mais no parque. Com medo de perder o emprego, o britânico começou a fazer um intensivo tratamento hipnótico. E se curou.

Segundo McNicol, ter medo do número 13 sempre foi motivo de vergonha.

- Poderia parecer apenas uma superstição, mas não era. Eu tinha muita vergonha disso. Agora estou curado. O tratamento foi intenso e muito emocional. Mas fiquei surpreso porque agora eu até estou dizendo a palavra 13.

O britânico não tem mais motivo para faltar no trabalho. A não ser que desenvolva um medo intenso de montanhas-russas. Daí, dá-lhe mais hipnose para curar o sujeito.

PS: fobia do número 13 se chama: Parasquavedequatriafobia.


IDOSO DE 83 ANOS AGRIDE RIVAL DE 99 POR DISPUTA NO ESTACIONAMENTO.

Um idoso de 83 anos agrediu outro de 99 anos em uma disputa sobre estacionamento na última segunda-feira (18) em frente ao hospital Maimonides, em Nova York (EUA), segundo reportagem do jornal "New York Post".

O incidente aconteceu às 14h10 de segunda-feira, quando Steve Pulwers, que faz 100 anos daqui a dois meses, foi reclamar que o veículo de Gersh Gofman, de 83 anos, estava bloqueando a entrada da garagem.


Pulwers contou que bateu no vidro do carro de Gofman para avisá-lo que um médico precisava entrar no estacionamento. No entanto ele não respondeu, desceu do veículo e agrediu o idoso de 99 anos com uma ferramenta de metal.

"Ele é muito mais jovem e forte do que eu. Podia ser meu filho", disse Pulwers. "Talvez ele seja louco, porque uma pessoa normal não tentaria lutar contra um homem velho que está perto dos 100 anos", acrescentou.


Gersh foi libertado sem fiança e deve comparecer no tribunal no dia 25 de fevereiro.


PRESIDENTES CACHACEIROS (ps: não é quem você está pensando).

Boris Yeltsin. O antigo líder russo era um verdadeiro fanfarrão. Durante uma visita à Casa Branca, o político ficou doidão de manguaça e foi achado na rua, vestindo só uma cueca, em busca de um táxi.

Um membro do serviço secreto que encontrou o líder pinguço, o confundiu com um invasor. Em sua defesa, o russo disse que apenas queria pegar uma pizza.

Quem caguetou a história foi o ex-presidente dos Estados Unidos, Bill Clinton

Clinton contou tudo para Taylor Branch, um escritor norte-americano que, agora, escreveu um livro só com as histórias do ex-presidente dos EUA.

Yeltsin morreu em 2007, aos 76 anos, mas será sempre lembrado por ter sido o primeiro presidente da Rússia, após o fim da União Soviética, e pelos shows que dava publicamente quando  tinha vodka demais na cuca.

Em favor de Yeltsin, é bom lembrar que o premiê britânico Churchill, um dos mais importantes líderes da história ocidental, também bebia quantidades industriais de whisky e pelo menos uma vez foi flagrado pelado na Casa Branca, durante visita ao então presidente Roosevelt. “Não tenho nada a esconder”, justificou Churchill.



Fonte: www.portaldascuriosidades.com



27 Jan 2010 

Esse artigo define em um só vídeo, coisas da atualidade, pessoas, fatos, times, teu pai, acontecimentos...etc:


e hoje: BORIS CCCASOY SÓ FAZ M...




Isso define em um vídeo, boris cccasoy só faz M...
27 Jan 2010 

Boris Cccasoy consegue novo emprego.


Hoje dia 28/01/2014 o demente e decadente, e bota decadente nisso, Boris Cccasoy, conseguiu um novo emprego, ele que já foi jornalista, depois se tornou político do DEMo, bailarino, transformista, após isso passou um tempo de "férias" para cuidar de suas gases, voltou e se tornou gari, realizando um sonho da sua vida, mas não deu certo, ele era "baixo" demais. Como não deu certo, ele ficou um tempo sendo apenas, uma vergonha!

O certo é que hoje, Boris está feliz, até porque mesmo sendo "baixo", conseguiu uma vaga com os dignos catadores de lixo, e o que se comenta é que, se Boris não conseguir catar nenhum lixo, ele pode catar a ele mesmo. E você pode estar se perguntando, ele não morre? E Desde quando vazo ruim quebra.

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